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Câmara de Diadema volta aos trabalhos amanhã com foco em reforma

Marcos Michels: “o mais adequado é abrirmos essa discussão”. Foto: Eberly LaurindoA Câmara de Diadema retorna amanhã (02) do recesso, e o presidente da Casa, Marcos Michels (PSB), já começa a se reunir com os parlamentares – os reeleitos e os de primeiro mandato – para discutir os projetos que devem ser apresentados nas primeiras sessões. Dentre os quais, uma reforma no Legislativo.

“Diversas situações vêm sendo apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) ao longo dos anos. Acredito que o mais adequado é sentarmos e abrirmos essa discussão”, ponderou Michels. “São alterações pontuais, como por exemplo, a exigência de escolaridade para alguns cargos dos gabinetes, que hoje não existe”, citou o vereador.

Integrante da base governista, Michels vai ter de lidar com o fato de que o governo não tem maioria na Câmara e a oposição reúne o número de parlamentares suficientes para barrar os projetos. “Vamos debater com calma. Tem muita gente chegando agora, ainda se ambientando. Uma coisa é o que ouve falar sobre o trabalho de vereador, outra é aqui, todos os dias. Então, vamos construir isso com calma”, declarou.

Comissões

A previsão é que não haja nenhum projeto para ser votado na primeira sessão do ano, os trabalhos devem se concentrar na formação das comissões. São oito comissões, com três membros cada: Comissão Permanente de Justiça e Redação, Finanças e Orçamento, Meio Ambiente, Obras, Serviços Urbanos e Atividades Privadas, Educação, Cultura, Esporte, Saúde e Assistência Social, Políticas Afirmativas, Desenvolvimento Local e Defesa da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Direitos Humanos e Cidadania e da Juventude.

Pelo regimento interno, as maiores bancadas indicam mais vereadores como membros. PT, PRB e PR, com sete parlamentares, terá direito a mais indicações. Da forma como está composto o quadro de partidos, a oposição terá ao menos dois membros em cada uma das comissões, o que também pode trazer problemas ao governo, já que os projetos só seguem para votação após liberação nas comissões.

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