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Borboletário de Diadema recebe ‘crianças-borboletas’

Borboletário de Diadema recebe ‘crianças-borboletas’
Crianças, jovens e adultos com Epidermólise Bolhosa estiveram nesta sexta-feira (5) visitando o Borboletário. Marcos Luiz/PMD

Crianças, jovens e adultos com Epidermólise Bolhosa, doença rara que ainda não tem cura e causa bolhas na pele e membranas mucosas, estiveram nesta sexta-feira (5), visitando o Borboletário de Diadema. Devido à pele frágil como as asas da borboleta, portadores de EB são chamados de “crianças-borboletas”. A EB não é uma doença contagiosa.

Segundo o biólogo Sandro Santana, responsável pelo Borboletário, é a primeira vez que o criadouro, especializado em educação ambiental, recebe pacientes com Epidermólise Bo­lhosa (EB). “É muito gratificante contribuir para a motivação e inserção social desses pacientes”, explicou.

Promovido pela empresa suíça Mölnlycke, pioneira mundial no tratamento da EB, o encontro contou com a participação da Associação Paulista de Apoio às Pessoas com Epidermólise Bolhosa (AAPEB), técnicos da Secretaria Estadual de Saúde, profissionais de nutrição e de enfermagem. “Já realizamos campanhas de cons­cientização e troca de informações e experiências sobre EB em diversos estados brasileiros, mas esta é a primeira vez que o evento ocorre em um borboletário”, disse Luciana Mendes, representante da indústria.

De acordo com Adriano Romeu, presidente da Associação Paulista de Apoio às Pessoas com Epidermólise Bolhosa (AAPEB), a entidade tem 215 pacientes cadastrados. “Traba­lhamos para ajudar as famílias e pacientes de EB, além de multiplicar as informações a profissionais de saúde e à sociedade em geral”, explicou.

Para divulgar o Dia Mundial de Conscientização sobre a Epidermólise Bolhosa (25), a entidade vai realizar caminhada no dia 27, das 10h às 12h, no Parque Villa Lobos, em São Paulo. Informações: 2261-1820.

BORBOLETÁRIO

Acompanhar a formação de uma borboleta e presenciar o primeiro voo rumo às plantas e frutas é experiência única que pode ser vivenciada no Borboletário Tropical Laerte Brittes de Oliveira. Primeiro borboletário da Região Metropolitana de São Paulo, inaugurado em 2005, o espaço visa contribuir com o processo de educação ambiental desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente e a conservação de espécies típicas da Mata Atlântica.

As espécies criadas em ca­tiveiro têm sobrevida maior que os insetos livres e são fundamentais para a conservação da biodiversidade, pois contribuem para a reprodução das espécies vegetais, mantendo a grande diversidade encontrada na Mata Atlântica. O viveiro de borboletas tem cerca de 190 m², onde vivem insetos adultos de quatro espécies: Caligo illioneus, conhecida popularmente como “olho de coruja”; Ascia monuste, conhecida como “borboleta-da-couve”; Methona themisto e Heraclitis anchisiades. Os ovos, lagartas e pupas (casulo) ficam em um berçário junto ao viveiro.

Serviço – Borboletário, Rua Ipitá, 193 – Jd.Inamar. Informações e agendamentos: 4059-7600/7619 ou educ.ambiental@diadema.sp.gov.br.

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