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Bancos propõem reajuste de 1,18% acima da inflação e acordo válido por dois anos

Bancos propõem reajuste de 1,18% acima da inflação e acordo válido por dois anos
Proposta foi feita pela Fenaban na 10ª rodada de negociação. Foto: Divulgação/Contraf/CUT

Depois de dez rodadas de negociação, iniciadas em 28 de junho, a Federação Nacio­nal dos Bancos (Fenaban) apresentou aos bancários pro­posta de aumento real, que será colocada em votação em assembleias a serem realizadas amanhã (29) em todo o país.

A proposta prevê reajuste salarial de 5%, sendo 3,78% de reposição da inflação projetada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 1,18% de aumento real. Além disso, contempla a manutenção dos direitos pre­vistos na Convenção Cole­tiva de Tra­balho (CCT) válida pa­ra os empregados de ban­cos públicos e privados.

O acordo com validade de dois anos. Assim, ficariam garantidas, até 2020, a manutenção dos direitos e a reposição da inflação (INPC), mais 1% de aumento real para salários e demais verbas em 1º de setembro de 2019.

“Em tempos de retirada de direitos, que buscam o enfraquecimento da classe trabalhadora, os bancários conseguiram garantir, na mesa de negociação, aumento real maior e todos os direitos da convenção coletiva para toda categoria”, afirmou Juvandia Moreira, presidente da Confederação Nacional dos Tra­balhadores do Ramo Financeiro, da Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT).

“Vamos decidir nosso po­sicionamento diante de uma campanha atípica, de grandes dificuldades, mas após a qual mais uma vez garantimos con­quistas e avanços”, disse o presidente do Sindicato dos Bancários do ABC, Belmiro Moreira. (Reportagem Local)

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