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Aurélio Bacelar: ‘o brasileiro não pode ficar sem alimento; a vacina é vida e a comida também’

Bacelar: "com o crescimento na votação, acredito que fui aprovado". Foto: Reprodução Facebook
Bacelar: “com o crescimento na votação, acredito que fui aprovado”. Foto: Reprodução Facebook

O vereador de São Bernardo Aurélio Bacelar (PSDB) afirmou ao Diário Regional que o aumento da fome no Brasil por conta da pandemia de covid é preocupante e necessita de uma solução urgente. Para o tucano, é preciso sinergia entre os governos das três esferas, a fim de tra­balhar depois para a recuperação da economia.

“Aqui os vereadores se movimentam e estão se movimentando muito em auxílio ao Executivo nesse quesito. Sabemos que é pouco. O brasileiro não pode ficar sem comida. A vacina é vida e a comida também. No momento, as cestas básicas são fundamentais”, destacou.

Segundo Bacelar, a situação poderia estar melhor se o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), não procrastinasse a compra de vacinas. Para o tucano, o gover­nador João Doria, nessa questão, se mostrou um visionário. “O Brasil teve e tem vacina em razoável quantidade, graças a sua ação. Pelos números apresentados, de cada dez vacinas aplicadas no Brasil, nove são do Butantan.”

O parlamentar destacou preocupação com o fato de as pessoas não tomarem a segunda dose da vacina contra covid. “Preocupante, uma vez que o efeito inicial pode ser anulado e ter de se refazer todo o processo. Irresponsabilidade de alguns na aglomeração e também por não ir tomar a segunda dose”, afirmou.

O vereador ressaltou, também, a atuação do go­verno municipal neste período de crise sanitária. Afirmou, ainda, que o prefeito Orlando Morando (PSDB) está sendo competente na aplicação das medidas, e que a infraestrutura da saúde de São Bernardo se mostrou importante e eficaz. “Podem até não concordar com as medidas adotadas pelo prefeito, mas se mostraram assertivas. Já a lotação de nossos hospitais e UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) se deve, principalmente, ao fato e à obrigação de atender moradores das cidades vizinhas e até da Capital”, destacou.

POLÍTICA

Ao avaliar a anulação das sentenças do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a suspeição do ex-juiz Sergio Moro, o vereador em segundo mandato e ex-assessor parlamentar afirmou ser preocupante a insegurança jurídica que se cria, acirrando ainda mais as disputas com vistas a 2022. “Isso demonstra um processo jurídico viciado. Para livrar-se de toda essa confusão de competências e interferência defendo um Novo Pacto Federativo”, pontuou.

Sobre as especulações de Orlando Morando concorrer a vice-governador, Bacelar afirmou que o prefeito não conversou com ninguém da base sobre isso e que são comentários de bastidores e corredores.

“Conhecendo Morando desde a época de vereador, deputado e agora como prefeito, ele sempre se revelou um obstinado por trabalho e resultados, fazendo sempre o que é necessário. Pela dedicação e competência está credenciado a essa vaga na futura chapa. Já o vice-prefeito Marcelo Lima é outro que tem se dedicado muito no combate à covid, sem perder de foco a zeladoria da cidade (é secretário de Serviços Urbanos). Tenho visto isso pela receptividade da população. Tudo isso o credencia a assumir o comando da nossa cidade. Ou seja, São Bernardo, para o bem da população, está e continuará em boas mãos.”

Para Bacelar, que se elegeu vereador em 2016 e se manteve na Casa para um segundo mandato em meio a um time pesado como o PSDB, ser reeleito com muitos medalhões no partido em 2020 teve um sabor especial de aprovação do seu trabalho.

“É difícil você fazer uma auto avaliação. Seria prepotência da minha parte. Porém, acredito que fui aprovado pela população com o crescimento na votação. É a aprovação do trabalho, do atendimento das demandas da população e do trabalho sempre em busca de uma São Bernardo Cada Vez Melhor. O grande quesito, principalmente a partir de 2020, até por conta da pandemia, tem sido a saúde e, na medida do possível, temos dado conta e apresentando resultados à população.”

Sobre a nova gestão da Câmara, Bacelar afirmou que é cedo para um prognóstico mais detalhado. “Pouco mais de três meses. É necessário dar tempo.”

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