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Atila e João Gaspar são transferidos para o presídio em Tremembé

Atila e João Gaspar são transferidos para o presídio em Tremembé
Atila Jacomussi, que possui ensino superior, tem direito à cela especial até o julgamento. Foto: Arquivo

O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), e o ex-secretário de Governo e Transportes da cidade João Gaspar (PCdoB) foram transferidos na noite de ontem (29) da carceragem da Polícia Federal, em São Paulo, para a Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, na cidade de Tremembé, no Interior de São Paulo. Os políticos estão presos desde o dia 10 deste mês, acusados de lavagem de dinheiro.

Na parte da manhã, por volta das 10 horas, ambos haviam sido transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros. De acordo com informações da assessoria de imprensa da PF, o procedimento é praxe, já que a carceragem da Polícia Federal não se destina a detenções mais longas. Os dois estão presos provisoriamente. A ida para Tremembé ocorreu por volta das 19 horas.

Segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria da Administração Penitenciária, todo o preso que dá entrada em qualquer unidade prisional permanece em regime de observação em cela de inclusão por um período de até 20 dias, separado dos demais presos da unidade. Atila, que possui ensino superior, tem direito à cela especial até o julgamento. Gaspar possui apenas o ensino médio completo e passado o prazo de 20 dias, vai para uma cela comum.

O advogado de Atila, Daniel Bialski, declarou que a transferência não altera em nada a estratégia da defesa, que ainda aguarda votação do pedido de habeas corpus pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Um pedido liminar de HC já foi negado pelo ministro Rogério Schietti Cruz, da 6ª Turma do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), no último dia 16. A reportagem não conseguiu contato com o advogado de Gaspar, Elizeu Lopes.

Prisões

Atila foi detido em flagrante após a Polícia Federal encontrar em sua casa R$ 85 mil sem origem justificada. Na mesma data foi detido o ex-secretário de Governo e Transportes João Gaspar, que tinha em sua residência R$ 588 mil e €2.985, também sem origem justificada. Ambos são acusados de lavagem de dinheiro. As apreensões foram feitas no âmbito da Operação Prato Feito, que apura supostos esquemas de desvio de recursos da merenda escolar, de uniformes escolares e livros didáticos em 30 cidades paulistas. O socialista está afastado do cargo até o dia 23 de junho e a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB) está interinamente no comando do Executivo.

2 Comentários

  1. se nao querem publicar meu comentario e so avisar

  2. vao fazer companhia para o cumpanheiro do pt Maninho kkkkkkkkkkkkkkkkk

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