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Após lesão muscular, lateral da Costa Rica é cortado

Após lesão muscular, lateral da Costa Rica é cortado
Matarrita (centro) precisará de duas semanas de recuperação. Foto: Reprodução/Facebook

Ronald Matarrita, lateral esquerdo da seleção da Costa Rica, está fora da Copa do Mundo de 2018, na Rússia. A Federação Costarriquenha de Futebol confirmou a baixa na noite de ontem (14) em seus canais de comunicação.

O jogador sofreu distensão muscular na perna direita. De acordo com a imprensa do país caribenho, o período mínimo de recuperação é de duas semanas. Em comunicado oficial, o próprio médico da seleção, Alejandro Ramírez, revelou que o joga­dor apresentou o problema “há alguns dias”, mas que “não houve melhora”.

A previsão do departamento médico da Costa Rica era que recuperação do jogador do New York City seria de 15 dias. Neste tempo, o atleta perderia toda a primeira fase da Copa do Mundo. Por isso, o motivo do corte.

Os costarriquenhos vão estrear no Mundial no dia 17, contra Sérvia. Depois enfrentam o Brasil no dia 22 e a Suíça no dia 27, pelo Grupo E da primeira fase do torneio. Desta forma, só haveria tempo hábil para a recuperação do jogador caso a equipe passasse às oitavas de final. Os classificados da chave jogam o primeiro mata-mata nos dias 2 e 3 de julho.

SOLUÇÃO LOCAL

Para a vaga de Matarrita foi convocado o zagueiro Kenner Gutiérrez, da Liga Desportiva Alajuelense, que se apresenta ao técnico Oscar Ramírez no próximo sábado. Francisco Calvo assumirá a vaga como lateral esquerdo.

David Ramírez, Wilmer Azofeifa e Yendrick Ruiz também foram cotados pela imprensa do país caribenho, mas ficaram de fora.

A estreia dos costarriquenhos na Copa do Mundo contra os sérvios acontece na Cosmos Arena, em Samara.

Na seleção da Costa Rica desde 2008, Matarrita realizou 18 jogos e tem apenas dois gols. Gutierrez, seu substituto, só tem nove participações com sua seleção e nenhum gol.

 

Lateral-esquerdo suíço aposta em defesa para frear Brasil

Todos os jogadores da Suíça que falaram aos jornalistas desde segunda-feira (11), quando a seleção chegou a Togliatti, na Rússia, foram questionados sobre como parar o Brasil. As respostas pareciam quase combinadas: “Não podemos abrir nossa estratégia”.

A exceção foi Ricardo Rodríguez, lateral-esquerdo do Milan, autor do gol da classificação para a Copa e um dos jogadores mais conhecidos da seleção suíça.

“Nós já mostramos que podemos jogar bem contra os grandes times. Temos uma defesa forte. A grande chave é fazer o gol na chance que tivermos.

Não teremos muitas chances. Quando tivermos, temos de aproveitá-la”, disse Rodríguez após o treino – mais uma vez fechado – da Suíça.

A estratégia de futebol reativo, admitida por Rodríguez, não é exatamente novidade. Nos últimos anos, o jogo da Suíça tem essa digital: um time que se defende bem e tenta machucar o adversário com um ou outro contra-ataque.

Foi assim que os suíços venceram a Espanha, na abertura da Copa de 2010.

 

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