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Alunos do Estado têm acesso à cultura musical

 

Maria José ensina 110 alunos a tocar flauta doce da E.E Sérgio Buarque de Holanda, em Diadema. Foto: Divulgação

Buscar alternativas às disciplinas obrigatórias é uma meta constantemente alcançada pelos educadores da rede estadual. Pensando no desenvolvimento dos alunos, os professores, coordenadores e diretores encontram métodos para que os estudantes tenham acesso a culturas e aprendizados diferentes.

É o caso da docente Maria José da Fonseca, da E.E Sérgio Buarque de Holanda, em Diadema. Lá, a professora ensina 110 alunos dos 4º e 5º anos a tocar flauta doce. Os objetivos desta iniciativa são basicamente promover maior permanência das crianças na escola por meio da arte, disponibilizar acesso à música e ensiná-los a tocar um instrumento musical.

“Quero que as crianças, além de aprender a tocar flauta, compreendam a inicialização musical, que se dá através da identificação das notas musicais, o ritmo e as propriedades dos sons, que são os elementos básicos da música. Meu objetivo é um aprendizado prático e agradável”, destacou a professora.

Em Suzano, uma parceria com a Fundação Bachiana, comandada pelo maestro João Carlos Martins, permite que os alunos da escola estadual Jussara Feitosa Domschke aprendam a tocar flautas e violino. Duas vezes por semana os alunos do 6º ano do fundamental ao 3º do ensino médio têm aulas com os monitores da Fundação. Todo final de ano os alunos se apresentam no Teatro Municipal de Suzano.

“A iniciativa é ótima, porque ela coloca os alunos em contato com coisas novas e tira as crianças da vulnerabilidade social. Este é um projeto que, além de tudo, abrange os pais e a comunidade”, comemora a dirigente regional de ensino de Suzano, Vera Lúcia Miranda.

Violino

Por falar em violino, os alunos da E.E Orígenes Lessa, em Diadema, tocam o instrumento nas tardes de sábado. É na quadra da unidade que o som acontece. Com idade entre 11 e 13 anos, são quase 40 jovens participantes, entre meninas e meninos, moradores da região. “O objetivo é formar uma orquestra e escolhi essa idade porque eles têm mais tempo de se dedicar a esse tipo de atividade. Esse é o primeiro instrumento que estou ensinando, o próximo será o violoncelo”, explica o professor e idealizador do projeto, Luciano Pereira da Costa.

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