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Alckmin diz que reajuste nas passagens buscou equilíbrio

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem (3) que o reajuste nas passagens integradas do transporte público tentou manter o equilíbrio entre as necessidades das empresas e dos usuários. “Foi feito trabalho bastante criterioso. De um lado procurando não onerar o usuário, de outro, a saúde financeira das empresas. Precisa expandir o metrô e os trens”, explicou após participar da assinatura de acordo que garantiu aporte do Banco Nacional de Desenvolvimento para o Instituto Butantan.

As passagens unitárias dos ônibus, trens e metrôs da Capital não foram reajustadas. A manutenção do valor dos bilhetes era uma promessa de campanha do prefeito João Doria (PSDB). O transporte sobre trilhos, no entanto, fica sob responsabilidade do governo estadual. Ao passar de um modal para outro, o usuário do Bilhete Único, tem desconto.

A passagem única está em R$ 3,80 na Capital. Ao passar do ônibus para o metrô ou trem metropolitano, ou vice-versa, o usuário pagava um total de R$ 5,92. Com o aumento, quem precisar pegar dois tipos de condução passará a pagar um total de R$ 7,60.

Apesar do aumento, Geraldo Alckmin disse que o sistema continua vantajoso. “O bilhete único integrado tem grande desconto. Se você somar R$ 3,80 com mais ­R$ 3,80 dá R$ 7,60. O bilhete é R$ 6,80, você tem um grande estímulo ainda”, destacou.

O governador também disse que foram mantidas as gratuidades para os estudantes da educação básica, os universitários de baixa renda e os idosos.

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