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Ação com militares e policiais em favela recebe apoio de moradores

Fuzileiros navais, policiais civis e militares entraram nesta terça-feira (20) na Favela Kelsons, ao lado do Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), a unidade de instrução da Marinha. A operação foi realizada para prender traficantes que dominam a comunidade e realizaram ameaças e disparos contra a unidade em janeiro.

Foram utilizados blindados nas principais entradas da favela e os militares revistaram carros e pessoas que entravam ou saiam do local. Apesar do transtorno da revista e da presença ostensiva dos soldados, os moradores que aceitaram falar com a reportagem da Agência Brasil, com a garantia de omitir os nomes e a imagem, disseram que não estavam incomodados com a presença dos militares e policiais. Ao contrário, elogiaram e pediram que essa presença fosse permanente.

“Se você conhece o inferno, ele é aqui. Com certeza, é boa a presença dos militares. Isso aí é para ter todo o dia. Eu tô querendo me mudar daqui. O pessoal é abusado, um inferno. Para mim, se os militares ficarem direto, eu mudo de ideia de ir embora. O Exército todo dia ia acabar a vagabundagem. Tem muito roubo de carga também”, desabafou um comerciante.

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