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A semana inteira eu fiquei esperando

Há quem diga que quem espera sempre alcança. Agora sabemos que toda regra tem exceção em se tratando de pandemia mundial.

Sempre achei que as fases da lua era quem determinavam a vida humana, do crescimento dos cabelos e seus dias de cortes, do plantio à colheita certa na lavoura, das marés e aventuras marítimas até aos ataques de pernilongos que todos “amam” em dias de calor. Pois bem. Ledo engano!

As piores fases que vivemos são amarelas, vermelhas, roxas e até umas pretas ditadas pelos governos diante da pandemia. Em pleno bom senso, não estou aqui para julgar cores e lados de muros, todavia analisar, sim, o que esperar para a próxima semana.

Ficamos esperando a vida retomar o pseudo normal, o novo modo de vida, de transitar e respirar. Aguardamos aberturas de espaços públicos e privados para que nossa liberdade possa entender o seu lugar. Quem foi a Roma será que ainda tem seu lugar? Nem todos têm como ficar em casa, pois nem o teto resistiu à espera da chuva abençoada.

Como um certo Jota disse: “Vivemos esperando dias me­lhores. Dias de paz. Dias que deixaremos para trás.” Creio que nas próximas semanas teremos sempre algo a esperar. Com dor ou amor, esteja vivo.

Henrique Braz Rossi
@henriquebrazrossi
Jornalista, publicitário, empreendedor, escritor,

músico, escoteiro, esposo e pai de dois meninos

um comentário

  1. José Henrique Rossi

    Cada dia, cada segundo é um recomeço. E preciso saber ver o “novo”, pra não pecar na mesmice.
    Muito legal sua crônica. Perfeita.

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