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Morando e Sá Leitão vistoriam prédio da futura Fábrica de Cultura

Morando e Sá Leitão vistoriam prédio da futura Fábrica de Cultura
Carla, Sá Leitão e Morando, durante vistoria ao prédio que abrigará a Fábrica de Cultura. Foto: Gabriel Inamine/PMSBC

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), vistoriou nesta quinta-feira (7) o prédio que abrigaria o Museu do Trabalho acompanhado do secretário estadual de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão, e da deputada estadual eleita Carla Morando (PSDB).

Durante a visita, o prefeito revelou que, nesta sexta-feira, haverá nova audiência com o Ministério Público Federal para tratar da obra. A prefeitura aguarda a autorização  do MPF para lançar nova licitação a fim de concluí-la e implementar no local uma Fábrica de Cultura.

Como o convênio com o Ministério da Cultura foi finalizado em 2018, a prefeitura vai investir R$ 4 milhões na finalização do prédio.  Com o aval da Justiça, o objetivo é entregar o equipamento no final deste ano.

“Nada melhor do que o secretário conhecer a estrutura in loco. Em respeito à população, precisamos dar finalidade adequada a esta obra – que, infelizmente, está manchada pela corrupção. Buscamos, desta forma, respeitar o dinheiro público e valorizar a Cultura”, afirmou o prefeito.

Sá Leitão gostou do que viu. “O prédio é realmente singular e tem tudo para ser um marco arquitetônico e cultural em São Bernardo. Infelizmente, ainda é hoje o símbolo da má gestão e do desvio de recursos públicos. Estado e prefeitura unidos pretendem dar nova destinação a este prédio: transformá-lo em um centro de excelência em capacitação para a economia criativa. As atividades atingirão todas as idades, mas especialmente os jovens, de forma a criar perspectiva de futuro”, disse o secretário.

REFERÊNCIA

Para o secretário, a Fábrica de Cultura de São Bernardo tem tudo para se tornar referência estadual.  “Estamos pensando em ter uma Fábrica de Cultura 2.0, um modelo para as demais. Trata-se de evolução em relação aos demais equipamentos, incorporando outras dimensões”, complementou.

Alvo da Operação Hefesta, deflagrada pela Polícia Federal (PF), pelo MPF e pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 2016, o projeto de construção do Museu do Trabalho foi iniciado em 2012, com promessa de conclusão no ano seguinte. Porém, a obra foi abandonada. A investigação sobre o equipamento culminou na prisão temporária de dois ex-secretários de São Bernardo, por suspeita de irregularidades e corrupção. Estima-se que R$ 7,9 milhões foram desviados do projeto.

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