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Quatro mulheres são mortas em três dias no estado de SP

Quatro feminicídios ocorreram no estado de São Paulo entre sexta-feira e domingo. Em dois casos, os suspeitos foram presos. Feminicídio é um agravante ao crime de assassinato, quando a vítima é morta pelo fato de ser mulher. Com isso, o autor do crime pode receber uma pena de prisão maior.

O caso mais recente foi o assassinato de Elen Bandeira Rocha, 22 anos, morta a tiros pelo ex-namorado, de 30 anos, na madrugada de anteontem em Guarulhos (Grande São Paulo). Após o crime, o acusado foi encontrado pela PM escondido em uma igreja evangélica. Ele foi preso em flagrante. Segundo a polícia, ele não aceitava o fim do relacionamento.

Outros dois casos foram registrados na sexta-feira. Em um deles, ocorrido em Sumaré (118 km de SP), Renata Basso Beisman, 46 anos, foi morta a tiros pelo marido Evandro Humbertto Ruza, 45 anos. Eles estavam em processo de separação, e não moravam juntos. Após matar a mulher, Ruza se suicidou.

O outro crime foi o assassinato de Renata Solange de Souza, 35 anos, morta a tiros pelo ex-marido, um comerciante de 47 anos, no Campo Limpo (zona sul), quando ela caminhava na rua com o sobrinho, que saiu ileso. O suspeito, que também não aceitava o fim do relacionamento, foi preso em seguida.

Ainda na sexta-feira, a ajudante geral Sheron Chaves Monteiro, 34 anos, morreu após não resistir à queimaduras que sofreu no dia 8, em Parelheiros (zona sul). Segundo a polícia, a vítima afirmou que foi queimada pelo marido, um ajudante de serralheiro de 41 anos. Ele é procurado pela polícia.

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