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Márcio da Farmácia credita eleição a Marcos Michels e ao quociente eleitoral

Márcio da Farmácia: “O Marcos Michels foi um grande parceiro”. Foto: Divulgação/Câmara

Em visita à Câmara de Dia­dema nesta quinta-feira (11), o recém-eleito deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos) fez questão de creditar a vitória nas urnas “ao desprendimento e à humildade” do presidente da Câmara, Marcos Michels (PSB), que desistiu da disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa em prol de sua candidatura.

Também destacou a importância do quociente eleitoral do Podemos para que fosse eleito. Márcio da Farmácia foi eleito com 44.969 votos, sendo mais de 74% de Diadema.

“O Marcos Michels foi um grande parceiro. É muito difícil fazer uma leitura política, porque geralmente a vaidade vai primeiro. O Marcos entendeu, na leitura política, que se tivéssemos dois candidatos, com ‘altura de votação’, os votos na cidade seriam divididos e ninguém seria eleito. Quem ia perder era o ABC e a nossa cidade”, destacou.

Márcio da Farmácia se coloca como liderança na defesa do município e da região do ABC. Afirmou que por quase 15 anos a região ficou órfã de represen­tante na Assembleia Legislativa. “Faz quase 15 anos que Diadema não tem um deputado estadual. Teve a Regina (Gonçalves), mas foi suplente. Não foi eleita pela cidade. Diadema sempre foi órfã de um deputado exclusivo, para poder trabalhar pelo município. Temos agora a oportunidade de ter uma liderança defendendo os direitos de nossa região no Estado de São Paulo”, pontuou.

O deputado eleito fez ques­tão de ressaltar o expressivo nú­mero de votos que recebeu em Diadema. Destacou, ainda, que sua votação é consequência de a população acreditar na possibilidade de ter um representante da cidade na Assembleia.

“Não desconsiderando deputados de fora, mas o Thiago Auricchio teve uma porcentagem menor (de votos) do que a parcela da população de Diadema que acreditou no Márcio da Farmácia. A Carla Morando também. Para ter um exemplo, Janaina Paschoal (deputada mais votada na história do país) não foi eleita pelo voto de nossa cidade. Em Diadema teve perto de 5 mil votos. Só que em São Bernardo teve 40 mil votos. Em Santo André, 50 mil. Então, Diadema acreditou na possibilidade de ter um representante que possa trabalhar pelo município e isso é gratificante.”

PODEMOS

Segundo Márcio da Farmácia, a escolha de concorrer às eleições pelo Podemos foi primordial para sua vitória nas urnas. “Estava no PV, onde hoje, se eu tivesse sido candidato, não tinha sido eleito, mesmo com a votação que tive. Devo isso ao prefeito Lauro (Michels/PV), que me ajudou a esco­lher. Identificou o partido e buscou os apoios que tinha para trazer o Podemos à cidade e pelo qual fui eleito com 44. 969 votos”, destacou.

“A proporcionalidade é importante. Buscamos vá­rias siglas, dentre elas o Podemos foi o escolhido porque se identificou com o nosso projeto”, complementou Lauro Michels.

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