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Sindserv Mauá lança projeto de moradia para servidores públicos neste sábado

Sindserv Mauá lança projeto de moradia para servidores públicos neste sábado
Jurandir Gallo (esq.): “a previsão da primeira fase é um ano”. Foto: Lucas Miranda/Sindserv

O Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv) de Mauá lançará, em parceria com o Instituto Abaré, o projeto Meu Morar, que vai construir 288 apartamentos, por meio do programa Minha Casa Minha Vida, para servidores e funcionários públicos. O lançamento do programa ocorrerá no próximo sábado (15), às 10 horas da manhã, na sede da entidade.

De acordo com o coordenador geral do Instituto Abaré, Jurandir Gallo, as moradias serão construídas com recursos do governo federal e é composta por etapas. “O projeto terá dois momentos, o primeiro da formação do grupo e aprovação do projeto pelo Ministério das Cidades, e o segundo momento da construção e acompanhamento da obra”, explicou. “A previsão da primeira fase é de um ano e a construção pode durar, em média, entre 18 e 24 meses”, pontuou.

Para aderir ao projeto Meu Morar, o servidor deve pagar taxa de adesão, estar filiado ao Sindserv e participar dos encontros programados. Segundo Gallo, a renda familiar é o critério central. “Na faixa um, no máximo dois salários mínimos é o limite. O salário mínimo tem variado, mas não se aplica simplesmente multiplicando por dois, então o limite dessa faixa é até R$ 1.800 (de renda familiar).

As famílias que se encaixam nesse programa têm direito a 90% do valor em subsídio, sem consulta em SPC/Serasa. Na faixa um e meio existe consulta de nome, a renda é calculada pelo rendimento familiar e o cálculo do subsídio é de acordo com esse valor, podendo chegar até R$ 47.500”, afirmou.

 ETAPAS

O coordenador do instituto explicou que para chegar ao financiamento há duas etapas. O primeiro momento é da organização do grupo, que terá início neste sábado. “O sindicato está fazendo chamamento. As pessoas interessadas devem comparecer, e se faz uma análise e o enquadramento das famílias em cada um dos dois projetos. Essa primeira fase de formação de grupo, elaboração de projeto, aprovação na prefeitura, fazer incorporação no cartório, aprovação da CEF e, por fim, aprovação do financiamento individual, tem previsão de duração de um ano”, afirmou.

Após assinatura do financiamento individualmente, o Instituto Abaré faz a gestão da obra que dura entre 18 e 24 meses. “Durante essa etapa terão diversas reuniões, treinamentos, formação, principalmente sobre gestão de condomínio e gestão do projeto, porque são fundamentais”, afirmou Gallo.

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