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Diadema promove a 11ª Conferência Municipal da Criança e do Adolescente

Para discutir assuntos de relevância social como a violência contra a criança e o adolescente, o racismo, a intolerância religiosa e outros preconceitos presentes na sociedade, foi realizada nesta quinta-feira (30), a 11ª Conferência Municipal da Criança e do Adolescente, que reuniu cerca de 180 pessoas na Rede de Atenção à Criança e Adolescente de Diadema (RECAD).

“O objetivo é unir crianças, adolescentes, profissionais e representantes da sociedade civil para levantar propostas a serem apresentadas nas conferências estaduais. Ter a participação dos adolescentes na comissão organizadora do evento é ressaltar o protagonismo, promovendo o respeito mútuo das diversidades e ressaltando políticas públicas, além de garantir o exercício da cidadania”, afirmou a secretária de Assistência Social e Cidadania, Caroline Rocha.

O diferencial deste ano é a participação efetiva desses jovens na organização, desde as primeiras comissões realizadas em fevereiro, acolhendo ideias e visando gerar uma inclusão social, até mesmo na Conferência.

Durante o evento, a assistente social, Kely Anchau, convidada para conduzir as discussões, trouxe reflexões sobre diversos aspectos relacionados ao tema “Proteção integral, diversidade e enfrentamento das violências”. Além disso, foram discutidos temas abordados na 5ª Conferência Livre, que ocorreu em junho e reuniu estudantes de Diadema para abordar questões de políticas públicas da cidade.

A assistente social do CREAS Centro, Amanda Bezerra dos Santos, participante do evento, ressaltou a importância do espaço para discutir políticas públicas. “É muito importante envolver as crianças e os adolescentes em todo o processo. É algo voltado  para eles. E se é para eles, precisa ser construído com eles. Falamos tanto de sujeito de direito e, na maioria das vezes, quando se trata de criança e adolescente, colocamos uma hierarquia de que o adulto sabe o que fala”.

“Sujeito de direito não é apenas uma palavra, deve ser uma ação. Afinal, o sujeito faz a ação. Este é um momento de reflexão. Isso é ser cidadão, é ser protagonista. Agora é hora de falar, conhecer direitos e lutar por eles”, ressaltou a criança representante da Comissão Organizadora da 11ª Conferência, Valéria Luzia da Cruz Dourado.

A abertura do evento contou com esquetes teatrais de estudantes que compuseram a equipe da 5ª Conferência Livre da Criança e do Adolescente sobre diversidade, intolerância religiosa e bullying, além de uma apresentação musical e leitura de poemas ressaltando a importância dos direitos da criança e a presença delas nas políticas públicas do município.

“Durante a preparação da 11ª Conferência, desenvolvemos várias ações para contemplar todos os adolescentes. Trabalhamos a proteção integral, a diversidade e a violência. Juntos, podemos pensar em diferentes soluções”, contou o arte educador da Organização Civil Sodiprom e membro da comissão organizadora, William Lima.

Serviço:

Rede de Atenção à Criança e ao Adolescente (RECAD)

Rua Oriente Monti, 201 – Centro

Tel.: 4053-800

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