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Em vídeo, Marcelo Lima nega acusação de pagar propina por apoio político

Em vídeo, Marcelo Lima nega acusação de pagar propina por apoio político
“Pessoal, chegando a eleição, mais mentiras. Hoje recebi um monte de mentiras pelo Whats­App, pela rede social. Foto: Reprodução/Facebook

O vice-prefeito de São Bernardo e pré-candidato a deputado federal, Marcelo Lima (PSD), negou em vídeo compartilhado em sua página no Facebook ter pago propina à assessora do deputado federal Alex Manente (PSS-SP), em troca de apoio político.

A denúncia foi veiculada pelo portal da Veja, segundo a qual, Carolina Nunes Petrolini Neta informou à Polícia Civil de São Bernardo ter recebido de Lima R$ 30 mil em espécie, para, segundo assessora, comprar o seu apoio ao grupo político de Marcelo Lima, que enfrentará Manente nas eleições de outubro.

Segundo a reportagem da Veja, a assessora entregou à polícia o dinheiro e também o seu aparelho celular, para que fossem resgatadas as mensagens que comprovariam a negociação. Segundo a matéria, Carolina registrou a ocorrência no dia de 19 de junho, quando declarou ter recusado a oferta por não saber se a origem do dinheiro era legal.

No vídeo, Lima rechaça qualquer negociação por troca de apoio e credita a denúncia ao grupo político de Manente. “Pessoal, chegando a eleição, mais mentiras. Hoje recebi um monte de mentiras pelo Whats­App, pela rede social, coisa vergonhosa. Golpe baixo de um grupo político do qual fiz parte no passado. Esse grupo político que é liderado pelo deputado fede­ral Alex Manente”, destacou.

Lima afirmou que deixou o grupo de Manente por não compactuar “a velha política”. “Isso é a velha política e estamos fazendo a nova política. Foi assim que em 2016 vocês nos deram a vitória. Porque, a cada mentira, inclusive dele (Manente) que perdeu as eleições para nós, era uma verdade. A cada nova mentira, era uma proposta. A cada nova mentira, era trabalho. Pode ter certeza que vamos continuar levando trabalho para vocês. Isso é mentira vergonhosa. Ele mente, a gente trabalha”, destacou. O inquérito corre em se­gredo de Justiça.

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