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Sono Quality inaugura showroom em São Bernardo

Sono Quality inaugura showroom em São Bernardo
Sônia Abrão, Celso Zucatelli, Eloi e Maria Cândida, durante inauguração. Foto: Thiago Duran/Divulgação

A Sono Quality, indústria de colchões terapêuticos com plantas em São Bernar­do e Taubaté, inaugurou na última sexta-feira (3) seu pri­meiro showroom dentro da fábrica situada no ABC. O espaço de­mandou investimentos de R$ 125 mil e funcionará co­mo loja-conceito para rede de fran­quias que a empresa pre­ten­de iniciar em dois meses.

“Trata-se de um divisor de águas na história da Sono Qua­lity. Nos primeiros dez anos, nosso modelo de negócio estava muito baseado no mer­chandising e no agendamen­to de visitas. Agora, re­vo­lucio­namos o mercado de colchões ao inau­gurar o pri­meiro showroom no chão de fábrica”, dis­se o presidente da empresa, Ricardo Eloi, durante evento de lançamento do espaço, que teve a presença de diretores, convidados e celebridades.

O modelo de franquia está pronto e, segundo o executivo, a primeira unidade deve ser inau­gurada no bairro de Moe­ma, na Capital, em um prazo de 60 dias. “Nossa meta é ter cerca de 50 lojas em todo o país até 2022”, afirmou Eloi.

Atualmente, a maior parte das vendas da Sono Quali-ty é feita porta a porta, por cerca de 120 representantes que têm atuado, principalmente, no Interior do país.

O principal apelo dos colchões é a prevenção de doenças e promoção da saúde. Os produtos oferecem ao menos oito propriedades terapêuticas, entre as quais a massagem – são 21 tipos diferentes.

Outra característica é a densidade progressiva, que usa ca­madas diferentes de espuma nas regiões do quadril, tronco, pernas e cabeça, de forma a absorver mais naturalmente o peso do corpo. “Má postura a gente tem o dia inteiro, seja no computador, seja no trânsito. O que nossos produtos fazem é corrigir a postura durante o sono”, explicou o executivo.

PREÇOS

Os colchões custam entre R$ 2 mil e R$ 18 mil – os mo­delos dotados de massagem partem de R$ 3,5 mil. Segundo o presidente da Sono Qua­lity, a clientela da empresa é formada, em sua maioria, por consu­midores acima de 58 anos das classes C e D. “São pessoas que já possuem algum pro­blema de saúde e que adquirem o colchão para ter melhor qua­lidade de vida”, afirmou.

No ano passado, a empresa faturou R$ 57 milhões e a projeção para este ano é atingir a marca de R$ 100 milhões.

Atualmente, a produção é dividida igualmente entre as fábricas de Taubaté e São Bernardo, mas a empresa projeta concentrar, no médio prazo, a fabricação de colchões no Va­­le do Paraíba. Com isso, a unida­de do ABC vai abrigar telemarketing, sede admi­nis­­­trati­va e produção de con­teú­do pa­ra TV e internet.

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