Copa do mundo, Esportes

Analista da seleção admite que tática belga surpreendeu comissão

Analista de desempenho da seleção brasileira, Thomas Koerich admitiu que o posicionamento dos jogadores da Bélgica pegou a comissão técnica de Tite de surpresa nas quartas de final da Copa do Mundo.
Além disso, deu a entender que a entrada de Roberto Firmino foi cogitada e dividiu opiniões na Rússia.

Contra o Brasil, a Bélgica usou De Bruyne – que, até então, jogava como segundo volante – como “falso 9”. Com isso, o centroavante Lukaku foi desloca­do à ponta direita para aproveitar os espaços deixados pelas subidas de Marcelo.
“Quando atacamos, usamos a nomenclatura do ‘ataca marcando’. Então, enquanto os seis jogadores participam do ataque, os outros quatro – geralmente os dois zagueiros, o lateral do lado oposto e mais o primeiro volante – estão posicionados encurtando o campo e marcando o adversário justamente para o time não ser surpreendido”, afirmou Koerich, durante en­trevista à rádio CBN Diário, de Santa Catarina.

“Então, o adversário também nos estuda e arruma uma estratégia para tentar nos surpreender. A Bélgica começou assim o jogo, com o De Bruyne como um falso centroavante, com o Lukaku aberto explorando o lado do Marcelo, que é o que mais ataca”, prosseguiu.
Quando perguntado sobre se o Brasil esperava aquele posicionamento do ataque belga, Koerich respondeu “não”.

Além disso, Koerich deu a entender que uma mudança foi cogitada antes das oitavas de final e dividiu a comissão técnica. Koerich não quis dizer quem seria o jogador que sai­ria, mas afirmou que Firmino era opção tanto para a vaga de Gabriel Jesus quanto para o lugar de Willian.

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