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Skaf busca se distanciar da ‘imagem péssima’ do MDB

Skaf busca se distanciar da ‘imagem péssima’ do MDB
Skaf: ‘tenho a minha história, nunca tive padrinhos políticos. Se for eleito, eu que serei o governador”. Foto: Arquivo

O pré-candidato do MDB ao governo paulista, Paulo Skaf, buscou se descolar do presidente Michel Temer, seu colega de partido, dizendo que o eleitor vota em pessoas, e não em legendas. Presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Skaf participou ontem (8) de sabatina promovida pela Folha de S.Paulo, UOL e SBT.

Skaf também fez referência a um de seus principais adversários, João Doria (PSDB), opondo-se ao discurso do ex-prefeito de que é um gestor. “Quem está na política tem de falar que é político”, disse.

Temer e MDB

“Quem é candidato sou eu. Esse negócio de padri­nhos, esse negócio de partidos, já não deu certo no Brasil. As pessoas votam para pessoas. Tenho a minha história, nunca tive padrinhos políticos. Se for eleito, eu que serei o governador.”

“O governo Temer, com todo o desgaste que tem, a pouca popularidade, nós temos que reconhecer que promoveu algumas reformas importantes para o país. A imagem de todos os partidos, inclusive do MDB, é péssima.”

Bolsonaro

“Não é fato (aliança com o presidenciável). Nem conheço pessoalmente Bolsonaro. Ele fez um gesto e disse que é simpático à minha candidatura. Só tenho a agradecer.Henrique Meirelles (MDB) é o meu pré-candidato. É um homem preparadoe. Pode não ter aquele desempenho no discurso, em falar, mas o Brasil não está precisando disso. Está precisando é de trabalho.”

Nome em delação
“Nunca soube desse jantar (com Temer em que se teria discutido repasse ilícito de R$ 10 milhões da Odebrecht para a campanha de Skaf em 2014). Não fui convidado. “Já declarei e volto a afirmar que todas as doações feitas à minha campanha foram oficiais e declaradas. Minhas contas foram aprovadas pela Justiça Eleitoral sem ressalvas.”

Caminhoneiros
“É válido o combate a impostos. O início do movimento foi legítimo, contra o abuso da Petrobras, contra os impostos elevados. Agora, tabelamento de preço é coisa do século passado. O Brasil aprendeu que não dá certo. Eu sou a favor do mercado.”

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