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Dorival pede apoio da torcida em estreia pelo São Paulo contra o Atlético-GO

Dorival orienta os jogadores durante treino do São Paulo no CT da Barra Funda. Foto:  Marcelo D. Sants/FramePhoto/FolhapressO São Paulo não vence desde 8 de junho, quando fez 2 a 0 sobre o Vitória pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Desde então, o time tricolor entrou em crise profunda, que gerou a demissão de Rogério Ceni, a entrada na zona de rebaixamento e a escolha de Dorival Júnior como substituto do ex-goleiro para tentar reverter a situação complicada.

O novo técnico estreia hoje (13), às 19h30, e espera que a torcida o ajude a derrubar o lanterna Atlético-GO no Estádio do Morumbi – o Tricolor está uma posição acima na classificação.

“Precisamos da torcida são-paulina. Que compareça, incentive e acredite na equipe até o último momento. Tenho certeza de que o time vai corresponder e, por isso, precisamos deste apoio. Peço ao torcedor para jogar com a equipe até o final. É natural que os jogadores estejam cabisbaixos com essa campanha, mas acredito que, em um curto espaço de tempo, conseguiremos nos recuperar. Isso acontecerá pela qualidade dos nossos jogadores. A entrega deles nos treinamentos mostra isso”, comentou o treinador.

Dorival comandou o São Paulo em três treinos até agora. O primeiro foi na segunda-feira, apenas com reservas. Nos dois dias seguintes, fez trabalhos táticos para tentar implementar um novo estilo de jogo: o 4-2-3-1. “Espero que a gente tenha condições de ter um time mais seguro em campo, com equilíbrio. Queremos que o São Paulo jogue com mais tranquilidade em busca de um resultado positivo”, explicou.

Jogo complicado

O técnico só não espera vida fácil contra o time goianiense, mesmo que tenha apenas sete pontos no Brasileirão. “Acredito que será um jogo complicado, porque o Atlético tem transição rápida, com jogadores de velocidade na frente. É um time interessante, que tem evoluído no campeonato. Precisamos ter esta consciência”, opinou Dorival.

 

SÃO PAULO x ATLÉTICO-GO

Ár­bi­tro: Marielson Alves Silva (BA). Estádio: do Morumbi, em São Paulo, às 19h30 (pay-per-view).

SÃO PAULO

Renan Ribeiro; Buffarini, Arboleda, Rodrigo Caio, Júnior Tavares; Jucilei, Pe­tros, Wellington Nem, Cueva e Gomez; Pratto. Técnico: Dorival Júnior.

ATLÉTICO-GO

Felipe Garcia; Jonathan, Roger Carvalho, Eduardo Gabriel, Bruno Pacheco; Marcão Silva, Jorginho, Andrigo, Luiz Fernando; Walter, Everaldo. Técnico: Doriva.

 

Lugano não é relacionado pelo técnico e perde espaço no clube

O zagueiro Lugano não foi relacionado para o confronto contra o Atlético-GO. O motivo: só são permitidos cinco estrangeiros por jogo e, no time montado por Dorival Júnior, o limite foi atingido com Buffarini, Arboleda, Cueva, Jonatan Gomez e Lucas Pratto.

Os cinco não precisam necessariamente estar em campo ao mesmo tempo. Podem jogar dois e três ficarem no banco, por exemplo. Porém, o máximo são cinco gringos. Esta será a primeira vez na história do São Paulo que o clube terá cinco estrangeiros no time titular.

 

Sem oferta do Zenit em mãos, Rodrigo Caio vai para a partida

Dorival Júnior poderá contar com Rodrigo Caio para enfrentar o Atlético-GO hoje. Havia a expectativa de que o Zenit fizesse oferta de € 18 milhões (R$ 66,8 milhões) para contratar o zagueiro. No fim de semana, o clube sequer divulgou a lista de relacionados por conta da possibilidade. Porém, os russos resolveram esperar antes de negociar.

O clube europeu joga com o tempo para contratar o jogador. A ideia é analisar mais o mercado para ver se o São Paulo aceita liberar o atleta por valor inferior à multa rescisória. A diretoria, porém, diz que não quer negociar o defensor e só o libera caso os € 18 milhões, valor estipulado em contrato, seja depositado.

Rodrigo Caio se mostrou propenso a aceitar a oferta russa. O jogador conversou com Giuliano, que defende o Zenit e é constantemente convocado por Tite para defender a seleção. Por contrato, Rodrigo Caio tem direito a receber € 1,8 milhão caso seja pago o valor da multa e deverá ganhar, entre salários e luvas, cerca de € 3,4 milhões por ano na Rússia.

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