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Centrais e movimentos protestam contra a reforma da Previdência

Protesto começou na Avenida Paulista e terminou na Praça da República. Foto: Paulo Pinto/AGPTMovimentos sociais e centrais sindicais realizaram protestos em capitais brasileiras ontem (31)contra a proposta de reforma da Previdência do governo Michel Temer (PMDB) e a regulamentação da terceirização aprovada pela Câmara e sancionada pelo presidente.

Em São Paulo, o ato começou durante a tarde na avenida Paulista. Manifestantes marcharam até a Praça da República, no Centro da cidade.

Durante o ato, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou o projeto de terceirização e prometeu pressionar deputados e transformar “a vida deles em um inferno” caso tirem direitos dos trabalhadores. Ao final do protesto, as centrais sindicais anunciaram a convocação de uma greve geral para 28 de abril.

Em Belo Horizonte, ato convocado pelas centrais sindicais partiu em direção ao Centro depois de deixar a Assembleia Legislativa. O movimento reuniu milhares de pessoas e ocupou somente uma das faixas das avenidas pelas quais passou, até chegar à Praça da Estação, na região central.

Em Curitiba, a maior mobilização ocorreu pela manhã, na Assembleia Legislativa, onde audiência pública debateu a reforma da Previdência e reuniu centenas de militantes e sindicalistas.

Políticos convidados – entre eles, os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Paulo Paim (PT-RS) e o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas – protestaram contra a proposta, a gritos de “Fora, Temer” e “Não aceitaremos nenhum direito a menos”.

No Rio, manifestantes se dirigiram à Cinelândia e às escadarias da Câmara e do Theatro Municipal. Grupos de anarquistas participaram do protesto.

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