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Com virada épica e show de Tom Brady, Super Bowl tem avalanche de recordes

Com o quinto título de Super Bowl conquistado na madrugada de ontem (6), com a vitória por 34 a 28 sobre o Atlanta Falcons após inédita prorrogação, em Houston, Tom Brady e o técnico Bill Belichick consolidaram aquela que, possivelmente, tornou-se a maior dinastia da NFL.

Juntos, os dois comandaram o New England Patriots a sete disputas de Super Bowl em 15 anos, feitos inéditos para um jogador e um técnico. Ganharam cinco vezes (2002, 2004, 2005, 2015 e 2017).

Tom Brady beija a esposa Gisele após o Super Bowl.Foto: Reprodução

A equipe – que, antes da era Brady-Belichick, havia disputado duas decisões da NFL e perdido ambas – transformou-se em sinônimo de triunfo.

A vitória sobre os Falcons provou-se a mais difícil de todas. Para obtê-la, após ficarem 25 pontos atrás do placar (28 a 3), Brady e companheiros tiveram de atuar em nível máximo na decisão.

Como resultado, o Super Bowl 51 entrou para a história como palco de recordes quebrados nas pouco mais de quatro horas de partida.

Ao menos 18 marcas foram batidas durante o duelo. Brady terminou eleito o jogador mais valioso da decisão – honraria que obteve pela quarta vez em sua carreira – e foi o protagonista.

Marido da modelo brasileira Gisele Bündchen, o quarterback foi quem mais passes tentou (62), mais passes completou (43) e mais jardas lançou (466) em uma única partida da finalíssima.

Com os números da atuação deste domingo, também se estabeleceu como quarterback com mais jardas, touchdowns e passes completados em Super Bowls.

Mais importante, Brady completou 22 de seus 30 lançamentos no segundo tempo, o que mudou a maré do jogo.

“Brady é um assassino. Ele estraçalha o coração das pessoas”, afirmou Chris Long, jogador de defesa dos Patriots.

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