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Volta às aulas requer cuidados e vacinas

renan fonseca
PARA O DIÁRIO REGIONAL

A volta às aulas é sempre um período de apreensão nas crianças e de preocupação para os pais. Além da retomada da rotina, acordar cedo, adaptação ao horário, existe sempre a preocupação com a saúde das crianças, principalmente no ensino infantil. O ambiente escolar é propício para a transmissão de doenças infecto-contagiosas (como difteria, tétano, coqueluche e poliomielite), daí a importância do reforço das vacinas.

A pediatra Lucia Bricks destacou que muitos pais tendem a se descuidar da vacinação quando a criança começa a freqüentar a escola. "Alguns perdem o segundo reforço que, na rede pública, é dado até os 7 anos ", afirmou.

Não é o caso da aposentada Marilena Vaz de Oliveira, que mora em Diadema e cuida dos quatro netos. Marilena disse que sempre está alerta às vacinações dos pequenos. "A carteirinha de saúde deles está sempre em dia". A mesma preocupação tem Adriana Pessoni. Dos dois filhos, Ettore de 2 anos e Enzo de 6 anos, apenas o mais velho freqüenta a escola. "E todos estão com as vacinas em dia."

Para Adriana, que já deu aulas para o ensino infantil, muitos educadores já têm a preocupação de acompanhar a saúde da criança junto com os pais. "É importante que os professores fiquem atentos ao comportamento dos alunos, pois qualquer sinal de mal-estar, podem alertar os pais."

O esquema de vacinação prevê três doses contra tétano, poliomielite, difteria e coqueluche. Para manter a imunidade, a criança precisa tomar outras duas doses de reforço. Os bebês menores de seis meses apresentam maior risco de contrair a doença, porque não receberam todas as vacinas necessárias para a imunização completa.


 
 

 
 
 
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