Vendas do varejo no ABC crescem 8,5% e atingem faturamento de R$ 2,9 bilhões | Diário Regional

Vendas do varejo no ABC crescem 8,5% e atingem faturamento de R$ 2,9 bilhões

18/08/2017 3:50
Print Friendly, PDF & Email

Vendas nos setores de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos cresceram 17,3%. Foto: AquivoEm maio, o comércio varejista no ABC atingiu faturamento real de R$ 2,9 bilhões, alta de 8,5% na comparação com o mesmo mês de 2016. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, houve crescimento de 6,4%, e nos últimos 12 meses, aumento de 5,5% nas vendas. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Entre as nove atividades pesquisadas, apenas o segmento de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-7,2%) sofreu retração nas vendas em maio, na comparação com mesmo mês de 2016, e impactou negativamente com 0,7 ponto porcentual para o resultado geral.

Em contrapartida, os segmentos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (17,3%); supermercados (13,4%); e concessionárias de veículos (9,7%) registraram as maiores elevações e, em conjunto, colaboraram com 7,5 ponto porcentual. para o aumento do faturamento do comércio varejista do ABC em maio.

Desempenho estadual

O comércio varejista no Estado de São Paulo continua demonstrando melhor desempenho nas vendas deste ano do que os valores apurados ao longo de 2016. Em maio, o varejo paulista apontou alta de 5,6%, na comparação com o mesmo mês de 2016, alcançando faturamento real de R$ 50,4 bilhões, aproximadamente R$ 2,6 bilhões acima do valor apurado no mesmo período do ano passado. Com essa elevação, o setor já acumula três meses de crescimento no faturamento real na comparação interanual.

Segundo a FecomercioSP, em maio, as circunstâncias econômicas e políticas foram mais favoráveis do que no ano anterior, e o varejo mais uma vez respondeu positivamente a esse cenário. As quedas dos juros e da inflação, as melhorias na renda agrícola e das exportações e a injeção dos recursos de FGTS vinham compondo um quadro de sustentação da recuperação do consumo varejista, mas o indicador mais relevante, de acordo com a intidade, foi a queda nos índices de desemprego, – 0,7 ponto porcentual no segundo trimestre, significando uma redução liquida de cerca de 650 mil desempregados no país.

Essa retomada do emprego no segundo trimestre de 2017, depois de nove índices negativos sucessivos, na análise da Federação, pode ser considerado o resultado positivo socialmente mais relevante entre aqueles obtidos recentemente, além de ser essencial para a consolidação do processo de recuperação, não apenas das vendas do varejo, mas de toda a economia.

Palavras-chave:


Comente esta matéria


Atenção! O comentário aqui postado é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do Diário Regional. Comentários discriminatórios ( contra raça, sexualidade, cor, crença e outros) , que violem a lei, a moral e os bons costumes poderão ser denunciados pelos internautas , removidos ou não publicados pela redação.
%d blogueiros gostam disto: