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Prefeitura de S.Bernardo e Emae avançam diálogo por melhorias na balsa

Encontro marcou discussão sobre fiscalização de áreas ocupadas. Foto: Gabriel Inamine/PMSBCEm reunião com representantes da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), a Prefeitura de São Bernardo voltou a articular uma solução para o acesso de veículos e passageiros à balsa João Basso, no bairro Riacho Grande, que liga a região do bairro Tatetos, pela Represa Billings. O diálogo com a empresa foi reaberto em reunião realizada na sede da Emae, na Capital, entre o presidente da concessionária, Luiz Carlos Chiocchi, o prefeito Orlando Morando (PSDB) e secretários da administração.

Além do estudo de viabilidade de instalação de uma segunda balsa, não cabeada – mais moderna e prática –, os participantes do encontro também discutiram a validação de convênio para compartilhamento da fiscalização das ocupações no entorno da represa Billings, áreas em sua maioria pertencentes à Emae, a fim de evitar que a instalação da nova balsa se torne novo vetor ocupacional na região.

“Ficou definido que o pessoal da ETC (Empresa de Transporte Coletivo) e o responsável pela operação da balsa realizarão uma visita nas balsas que circulam em outras regiões e que se mostraram eficientes. É uma oportunidade de instalar um mecanismo mais eficiente e diminuir a fila, devolvendo mais conforto para a população”, destacou o prefeito após a reunião.

A agenda também foi acompanhada por titulares de pastas estratégicas, como Gestão Ambiental (Mario de Abreu), Habitação (João Abukater), Assuntos Jurídicos e Cidadania (Carlos Roberto Maciel), além do presidente da ETC, Ademir Silvestre.

Soluções

O encontro marcou a continuação da discussão iniciada no último dia 19 de maio, no gabinete do prefeito. Na ocasião, ambas as partes se comprometeram a buscar soluções para o impasse da região da represa Billings que dá acesso ao pós-balsa. “Essa instalação melhora a condição de vida das pessoas por meio de uma nova alternativa de transporte e, ao mesmo tempo, a gente faz uma parceria para buscar essa fiscalização com força garantindo drones, por exemplo, para fazer esse acompanhamento”, destacou Silvestre.

A proposta é que os custos da operação de fiscalização sejam assumidos pela concessionária esta­dual. O estudo sobre o convênio com a Emae ficará a cargo da pasta de Gestão Ambiental.

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