Intenção de voto em Dilma cai 6,7 pontos | Diário Regional

Intenção de voto em Dilma cai 6,7 pontos

30/04/2014 5:06
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A presidente Dilma Rousseff teve queda nas suas intenções de voto para as eleições deste ano, aponta pesquisa divulgada ontem (29) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), feita pelo instituto MDA.
Segundo o levantamento, as intenções de voto para a reeleição da presidente caíram de 43,7% em fevereiro para 37% na pesquisa atual – queda de 6,7 pontos porcentuais, acima da margem de erro de 2,2 pontos.
Ao mesmo tempo, o pré-candidato tucano Aécio Neves subiu de 17% em fevereiro para 21,6% na pesquisa atual. Já o pré-candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos, oscilou de 9,9% para 11,8%, ainda dentro da margem de erro. Esses resultados são na intenção de voto estimulada com apenas esses três candidatos na disputa.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 24 Unidades Federativas das cinco regiões, entre os dias 21 e 25 de abril de 2014. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 00086/2014.

A pesquisa da CNT confirma o cenário diagnosticado pelo Datafolha no início do mês, no qual houve queda de 44% para 38% nas intenções de voto na presidente. No Datafolha, Aécio obteve 16% e Campos, 10%.

Petrobras
A pesquisa captou os efeitos do atual noticiário negativo sobre a Petrobras. Questionados sobre o assunto, 30,3% dos entrevistados disseram que têm acompanhado as notícias sobre as denúncias envolvendo a estatal e outros 19,9% afirmaram ter ouvido falar sobre o assunto.

Quanto à compra da refinaria de Pasadena, considerada mau negócio pela presidente da estatal, Graça Foster, 33,4% dos entrevistados disseram que Dilma foi responsável pelo negócio -na época, a petista presidia o Conselho de Administração da estatal.

A avaliação positiva da presidente caiu de 36,4% em fevereiro para 32,9%, segundo o estudo. Com o novo índice, a avaliação de Dilma chega próxima ao patamar de julho de 2013, quando atingiu o pior índice de 31,3%, após a onda de protestos pelo país. Em junho, antes dos protestos, e tinha 54,2% de avaliação positiva.

Detalhando os dados de abril, Dilma teve 5,9% de ótimo, 27% de bom, 35,9% de regular, 14,3% de ruim e 16,3% de péssimo. Houve grande queda na aprovação pessoal da presidente, que passou de 55% na pesquisa anterior para 47,9%.

Segundo os organizadores da pesquisa há uma queda geral nas expectativas sobre os índices sociais, como emprego, renda e saúde, que acabaram afetando o desempenho do governo na pesquisa.

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