Defesa Civil de Mauá captura abelhas, marimbondos, cobras e até gambás | Diário Regional

Defesa Civil de Mauá captura abelhas, marimbondos, cobras e até gambás

08/04/2014 5:03
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Defesa Civil atendeu 29 ocorrências deste tipo desde outubro de 2013, quando o serviço foi oficialmente criado. Foto: Roberto Mourão/PMMEngana-se quem imagina que a atuação da Defesa Civil de Mauá está relacionada exclusivamente a ações preventivas no período das chamadas Chuvas de Verão. Além de monitorar índices pluviométricos e tomar medidas planejadas, a fim de evitar vítimas de deslizamentos, a coordenadoria se dedica a um serviço menos comentado e igualmente importante: captura de abelhas, marimbondos e animais peçonhentos como cobras e escorpiões, além de gambás.

Em uma cidade do porte de Mauá, com seus 450 mil habitantes, a incidência desses insetos e animais enseja cuidados específicos por parte do poder público. Tanto que a Defesa Civil atendeu 29 ocorrências deste tipo desde outubro de 2013, quando o serviço foi oficialmente criado.

As informações são de Sérgio Moraes, coordenador da Defesa Civil de Mauá. Mo­raes destacou que o serviço foi criado após a participação de 16 agentes em curso de qualificação que teve a participação do Instituto Butantã.

Segundo Moraes, a retirada de colmeias de abelhas e casas de marimbondos requer rigor de planejamento análogo ao das táticas de guerra. Agentes precisam utilizar roupas de tecido grosso que lembram astronautas, as operações muitas vezes são realizadas durante a noite, quando abelhas e marimbondos encontram-se menos agressivos, e é preciso isolar ruas próximas para evitar que cidadãos comuns sejam prejudicados.

Para qualquer ocorrência relacionada à captura de marimbondos, abelhas, animais peçonhentos e outros, basta discar 199. Moraes contextualiza a nova especialização ao fortalecimento da Defesa Civil desde 2012. A Defesa Civil foi transformada em coordenadoria, com status de secretaria, ligada ao Gabinete do Prefeito, passou a contar com 23 agentes, teve sede transferida para o Jardim Zaira, mais estruturada e próxima das áreas de risco, e passou a contar com 15 pluviômetros para antecipar a ocorrência de chuvas.

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