Imagem de satélite é 'indício crível' de aeronave desaparecida | Diário Regional

Imagem de satélite é ‘indício crível’ de aeronave desaparecida

21/03/2014 9:22
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SÃO PAULO – As autoridades da Malásia afirmaram ontem (20) que os dois objetos detectados por satélite no Oceano Índico representam um “indício crível” na busca pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines. “Agora temos um indício crível”, disse o ministro dos Transportes, Hishammuddin Hussein, em uma entrevista no aeroporto de Kuala Lumpur. Mas ele disse que a informação ainda precisa ser corroborada e verificada.

As operações de busca e resgate do voo MH370 prosseguirão em todas as áreas, completou o ministro. Atualmente a busca conta com a participação de 18 navios, 29 aviões e seis helicópteros, ao longo de dois grandes corredores, um no Oceano Índico sul e outro na Ásia central e do sul. “Até que tenhamos a certeza de que localizamos o MH370, as operações continuarão nos dois corredores. Para os familiares, em todo o mundo, a única parte de informação que desejam é a que simplesmente não temos: a localização do MH370”, admitiu declarou Hishammuddin..

Navio norueguês

O navio de carga norueguês Hoegh St. Petersburg chegou à área no sul do oceano Índico na costa da Austrália onde dois objetos flutuantes, possivelmente pertencentes ao avião desaparecido da Malásia, foram detectados por satélite, informou a empresa proprietária da embarcação, ontem (20).

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbot, anunciou que satélites detectaram objetos “possivelmente relacionados” com o voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido misteriosamente há 12 dias com 239 pessoas a bordo.Os satélites mostram imagens de dois objetos, um deles com 24 metros de comprimento, nas águas do Oceano Índico.

“Os objetos são relativamente leves. São objetos de certo tamanho, mas que flutuam de forma intermitente”. “O maior tem 24 metros, o outro é menor”, revelou Young em entrevista coletiva.

A Austrália se encarregou das buscas do Boeing no sul do Oceano Índico e segundo a AMSA, os objetos estão nesta região, a cerca de 2.300 km da costa australiana, onde o tempo não está bom no momento.

Abbot pediu para não haver conclusões precipitadas: “Devemos ter em conta que o trabalho de encontrar estes objetos será muito complicado e que, no final, podem não ter qualquer relação com o voo MH370”.



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