Décio Tozzi vai alterar projeto do calçadão da Coronel Oliveira Lima | Diário Regional

Décio Tozzi vai alterar projeto do calçadão da Coronel Oliveira Lima

18/03/2014 9:54
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Paulinho pediu alterações ao arquiteto responsável - Foto: ArquivoA rua Coronel Oliveira Lima, principal local de comércio de Santo André, passará por alteração no projeto urbanístico. Um dos motivos é a inviabilidade de funcionamento dos chafarizes, devido às constantes práticas de vandalismo e à falta de manutenção pelo poder público. A prefeitura não divulgou datas para início e término das obras.

Autor do projeto original, o arquiteto Décio Tozzi ainda iniciará o estudo sobre as mudanças pontuais. “Provavelmente os chafarizes vão ser substituídos por outros equipamentos, como bancos”, revelou o secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD). O calçadão foi projetado no formato atual em 1998 e inaugurado dois anos depois, em 2000, durante a gestão do prefeito Celso Daniel (PT), assassinado dois anos depois.

Seus sucessores, João Avamileno (PT) e Aidan Ravin (PTB), não deram prosseguimento ao plano original alegando falta de verbas.

Conforme já anunciado pelo Paço, haverá também reforma e extensão do revestimento até a Praça do Carmo – que, além da igreja de mesmo nome, abriga a Casa da Palavra. A intervenção inclui nova iluminação, com a substituição das lâmpadas de cor amarelada por mais modernas, com luzes brancas. A prefeitura espera estender a área coberta com elementos de vidro e estruturas de aço até o fim do calçadão, próximo à rua General Glicério, conforme consta no plano inicial. Desta vez, o prazo determinado é “até o fim do mandato”, em 2016 – ou 2020, caso a atual gestão seja reeleita.

Retirada no fim de julho do ano passado, a escultura Concreção 0005, de Luiz Sacilotto, teve seu retorno anunciado em setembro após pressão da classe artística, que organizou manifestações e colheu mais de mil assinaturas contra a medida, que consideraram unilateral. O prefeito Carlos Grana (PT) anunciou que a obra do escultor voltaria “depois do Natal” de 2013. Agora, a reinstalação da peça está condicionada às alterações do piso, também sem data definida para realização.

O arquiteto se posicionou contrariamente a uma possível grade, que isolaria o monumento dos transeuntes e impediria vandalismo, conforme anunciado pela prefeitura. “A obra não precisa ficar cercada, pois faz parte da cidade. Em todos os países do mundo há obras expostas e que compõem o mobiliário urbano”, destacou Tozzi, que juntamente com o escultor selecionou a peça de quatro metros para ser instalada no local.

 



1 Comentário

  • Ex Santo André

    Aquela cobertura é Rídicula! não impede chuva além de danificar a fachada das lojas, projeto errado do PT, agora para fazer jabá querem alterar, se a cobertura for igual continua a mesma porcaria.

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