'População tem nos recebido muito bem', afirma Torres, do Mais Médicos em Mauá | Diário Regional

‘População tem nos recebido muito bem’, afirma Torres, do Mais Médicos em Mauá

12/03/2014 17:00
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Eliecer Torres é um dos 16 profissionais do programa - Foto: Evandro Oliveira/PMMMAUÁ – O jeito comedido e tranquilo e o olhar profundo e analítico são características do generalista Eliecer Torres, nascido em Villa Clara, em Cuba. Trabalhando pela Prefeitura de Mauá por intermédio do programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde, relata que, desde que chegou há dois meses, tem percebido o predomínio das doenças muito comuns nos grandes centros, como hipertensão, diabete e ansiedade, principalmente.

Em Mauá, ao todo, são 16 médicos cubanos, que se juntaram aos 41 que já atuam na Estratégia de Saúde da Família (ESF). O programa vai enviar outros 15 profissionais para a Atenção Básica e quatro para o Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD), que devem chegar em 17 de abril. Com isso, as atuais 54 equipes da ESF chegarão a 75, atingindo a cobertura de 225 mil pessoas atendidas, o que corresponde a 50% da população, praticamente.

No Brasil, antes de vir para Mauá, Eliecer já havia trabalhado nos estados do Tocantins e Pará. “Existem diferenças epidemiológicas nos dois lugares, evidentemente. Mauá está em uma região de desenvolvimento, portanto, o estresse relacionado ao trabalho, transportes, etc, gera doenças relacionadas a isso, como hipertensão, diabetes, ansiedade e doenças mentais próprias”, disse. Em sua rotina, também fazem parte as visitas domiciliares, acompanhamento de acamados e o atendimento diferenciado para crianças e idosos.

“A população tem recebido nossa assistência muito bem, assim como os colegas médicos e os demais profissionais”, afirmou o generalista. Os usuários das unidades de Saúde têm aprovado o trabalho dos profissionais estrangeiros, ainda mais pelo fato de que o prazo para a realização das consultas têm sido menor. É o caso das gêmeas Maysa e Natália Fagundes de Carvalho, de 9 anos, acompanhadas da mãe Wilma Nascimento Fagundes. “Acho que é muito bom, porque foi mais rápido para marcar”, considerou Wilma.



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