Cida e Vaguinho são cotados para vice-líder do governo em Diadema | Diário Regional

Cida e Vaguinho são cotados para vice-líder do governo em Diadema

08/02/2014 11:03
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Vaguinho: “estou disposto a ajudar”; Cida quer canal aberto com o Paço - Fotos: ArquivoDIADEMA – Os vereadores de Diadema Cida Ferreira (PMDB) e Wagner Feitoza, o Vaguinho (PSB), são os principais cotados para o cargo de vice-líder do governo do prefeito Lauro Michels (PV) na Câmara. Atualmente, o tucano José Francisco Dourado, o Zé Dourado, exerce a função de principal articulador quando o Executivo encaminha algum projeto polêmico para apreciação no plenário. Entretanto, o tucano deverá abrir mão do posto para dar andamento a sua pré-candidatura a deputado federal. O vereador vai fazer a indicação de quem será seu vice durante reunião com Michels nos próximos dias e o nome será conhecido na sessão ordinária na semana que vem.

Ao saberem do favoritismo, tanto a peemedebista quanto o socialista disseram que foram pegos de surpresa pela imprensa e que, se o convite acontecer, será analisado. Enquanto Cida se coloca como pré-candidata a deputada federal, Vaguinho almeja disputar cadeira na Assembleia Legislativa, mas não descartam abrir mão da candidatura pelo cargo de liderança. “Quando há canal de diálogo aberto com a prefeitura fica fácil ser líder do governo. Caso contrário, não compensa exercer esse papel”, relatou Cida. “Estamos dispostos a ajudar o governo e minha candidatura não vai atrapalhar em nada o trabalho de liderança”, comentou Vaguinho.

Embora Michels tenha declarado publicamente que não trabalha com um plano “B” para ser seu articulador no Legislativo, a candidatura de Zé Dourado é praticamente certa. O prefeito chegou a dizer, inclusive, que vai pedir ao tucano que não leve adiante a sua intenção de pleitear uma cadeira no Congresso Nacional sob a alegação de que é peça fundamental na administração e principal responsável por conduzir à aprovação os projetos do governo.

“O prefeito tem o desejo de que eu continue como líder na Câmara. Porém, do outro lado também há uma vontade. Michels sabe que vamos sentar, conversar e chegar a um denominador comum. Se for melhor para o prefeito e para o partido que não seja candidato, não há problema. Agora, se for o contrário, eu vou disputar as eleições”, disse o líder do governo.

O tucano riu quando questionado sobre se a indicação do vice-líder sacramentaria seu nome para disputar as eleições no segundo semestre, o que evidencia cada vez mais a possibilidade de o parlamentar receber o aval da executiva estadual para dar início às articulações políticas. “Sou um soldado e estou aqui para servir ao meu partido. Farei o que o partido definir”, limitou-se a dizer.



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