Alckmin confirma extensão da Linha-17 para Diadema | Diário Regional

Alckmin confirma extensão da Linha-17 para Diadema

06/02/2014 13:00
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Alckmin: “o projeto funcional vai dizer qual melhor trajeto a ser utilizado” - Foto: Eberly Laurindo especial para o DRDIADEMA – O governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou a extensão da linha 17-Ouro do metrô para Diadema. O projeto inicial previa a construção do trajeto entre Morumbi e Jabaquara, mas o tucano anunciou que aceitou o pedido do prefeito Lauro Michels (PV) para incluir a cidade no projeto. Segundo o governador, já foi dada a ordem para seja feito o projeto básico, mas não há data para a abertura de nova licitação que vai ampliar a futura linha do metrô. A previsão é que o traçado margeie a Rodovia dos Imigrantes, passando pela Vila Élida e encerrando o trecho no Terminal Diadema, no Centro. Ao todo, serão 5,6 quilômetros de monotrilho, que vão demandar R$ 1,4 bilhão de investimento.

“Nova licitação deve ser lançada da linha 17 (Ouro do metrô). Demos ordem para que seja feito o projeto básico e funcional, o primeiro passo. Em homenagem à cidade, vai coroar o sistema metroviário. O projeto funcional vai dizer qual será o melhor trajeto a ser utilizado, as avenidas, os locais de menor desapropriação”, destacou Alckmin, ontem (5), ao trazer a Diadema a segunda carreta do programa Mulheres de Peito.

O processo licitatório da linha 17 encerrou-se em 2011 e foi vencido pelo Consórcio Monotrilho Integração por R$ 3,1 bilhões. As obras até Jabaquara já foram iniciadas e o governador não revelou a previsão para a abertura da licitação para a extensão do trecho até o município.

Pane

Questionado sobre a pane que ocorreu terça-feira (4) na Linha 3-Vermelha do metrô depois de problema na porta de uma das composições, o que teria provocado tumulto e pânico dentro dos vagões, Alckmin atribuiu o problema à “sabotagem” de um grupo que chamou de “vândalos”.

“Infelizmente, foram acionados quase dez botões de emergência e houve um grupo de vândalos que invadiu a estação. Estamos identificando pelas câmeras de e pela segurança do metrô, porque era uma coisa que poderia ter sido resolvida em dez minutos. Quando as pessoas descem na linha, você tem que desenergizar, porque o terceiro trilho leva energia. Então, acabou prejudicando o sistema. Acho muita coincidência acionarem ao mesmo tempo os botões de emergência e estamos estudando a possibilidade de sabotagem”, revelou.



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